quarta-feira, 18 de março de 2009

LIBERDADE


como as águas revoltadas de uma enchente
buscando sempre uma mar muito distante,
troco meu rumo ,a forca de corrente
sem depender de um leito ecravizante

sou como a limpidez da nascente,
desvirginando as curvas do horizonte,
e como vento livre e independente ,
na busca de um espaço sempre adiante

decorrendo milénio ,século ou dia
desconheço qualquer cronologia,
pois meu relógios marca a eternidade

sou fundamentou de qualquer preceito
da razão da justiça ou do direito
e o meu nome tem sido LIBERDADE

3 comentários:

Mich disse...

Muito boa!!! Também escrevo poemas e costumo ser bem crítica em relação ao poema dos outros, mas o seu, tenho de admitir, tá muito bom. Parabéns pela sua liberdade criativa!

mersonreis disse...

Uau, um soneto! Há quanto tempo não via um tão bem escrito. Parabéns, continue assim, vale a pena te seguir, viu???

Baita bj!!!

Docka disse...

gostei, tbm escrevo e muito
parabens
muito criativo e inspirador